Planta arbustiva de casca pulverulenta, folhas alternas, lanceoladas, olentes, flores unissexuais, amareladas, em racemos terminais. É comum na Amazônia.
Sinonímia Popular: Casca Sacaca e Muirasacaca.
Princípio Ativo: Linalol, pineno, sabineno, estragol, linearisina, magnoflorina.
Partes Usadas: Folhas, e casca da árvore.
Uso Popular
chá das folhas ou da casca serve para:
distúrbios hepáticos;
distúrbios dos rins;
baixar o colesterol.
Sinonímia Popular: Salsa
Uso Popular
doenças renais, inflamação da uretra;
normaliza função menstrual, amenorréia, dismenorréia,
hemorragia uterina;
blenorragia;
vermífugo;
priapismo;
dispepsias, afeções do estômago.
Partes Usadas: Raiz.
Uso Popular
sífilis;
reumatismo, gota;
dermatose, escrofulose;
colesterol;
depurativa;
sudorífica;
diurética, patologias urinárias;
distúrbios respiratórios.
Partes Usadas: Folhas e flores.
Uso Popular
corrimento purulento;
escorbuto;
afeções do estômago;
fumo: asma;
decocção:
gengivas, estomatite, inflamações na boca, doenças
digestivas;
doenças respiratórias, coqueluche, tosse;
coração;
suores frios;
infusão:
esgotamento nervoso;
má digestão, cálculos hepáticos;
cálculos renais;
garganta (gargarejos);
banho:
cansaço;
asma;
chá das folhas:
antiinflamatório;
digestivo;
carminativo.
Partes Usadas: Folhas e flores.
Uso Popular
óleo ou pó das cascas:
cicatrizante;
hemostático;
massagens com efeito tônico, calmante e analgésico;
chá:
anti térmico;
provoca a transpiração;
fortificante.
Partes Usadas: Folhas e flores.
Uso Popular
sudorífico;
anti-reumático, reumatismo gotoso, processos inflamatórios
de coluna e nas dores em geral;
doenças hepáticas;
gripes, tosses, resfriados, bronquite.
Planta herbácea, anual, sublenhosa, bastante ramificada, pilosa, folhas simples, opostas, agudo-lanceoladas, membranáceas e pilosas, inflorescência em capítulos obovóides e terminais, de flores diminutas e amarelas. Comum na Amazônia, em terrenos arenosos.
Princípio Ativo: Óleos essenciais.
Partes Usadas: Toda a planta.
Uso Popular
O chá em descanso noturno é poderoso colagogo, usado em distúrbios digestivos, males do fígado e também na hepatite.
Uso Popular
casca:
diurético;
icterícia e outros males do fígado.
Uso Popular
cataplasma:
escrofulose, abscessos;
folhas:
purgativas;
cozimento das folhas:
males do fígado;
flatulência;
dores de cabeça;
erupções da pele.
Partes Usadas: Frutos.
Uso Popular
"hiperplasia prostática benigna.
Partes Usadas: Frutos.
Uso Popular
cozimento das folhas: diarréia e disenteria;
depurativo do sangue;
fortifica o sistema nervoso;
patologias digestivas;
patologias dos olhos.
Uso Popular
provoca a transpiração;
antitérmico;
provoca a menstruação;
balsâmica;
cozimento das folhas: moléstias venéreas e febres intermitentes
Uso Popular
doenças renais e das vias urinárias.
Partes Usadas: Folhas
Uso Popular
Infusão :
diabetes;
diurético;
tonificante;
reumatismo;
hipertensão;
calmante, insônia, tensão;
digestivo;
inflamações;
febre;
obesidade;
adoçante.
Partes Usadas: Folhas
Uso Popular
reumatismo;
fraqueza orgânica;
doenças do estômago;
hidropsias;
depurativo;
doenças das vias respiratórias;
cascas:
antidiabético;
diarréia;
batata e as sementes em cozimento:
eczemas, dartros, manchas da pele, urticária; feridas, úlceras;
artritismo, reumatismo;
escrofulose;
blenorragia;
impigens.
Uso Popular
Depurativo vegetal com boa ação nas moléstias da pele, simples ou de origem sifilítica, eczemas secos ou úmidos.
Uso Popular
doenças respiratórias;
Infusão das folhas:
parasitos;
odontalgias.
Uso Popular
laxativo suave.
Árvore mediana de ramos flexuosos, caule castanho e rugoso, folhas compostas paripenadas, de foliolos opostos, oblongos, inflorescência racemosa, de flores amarelo-estriadas, axilares ou terminais. Origem Asiática.
Princípio Ativo: Carboidratos, proteínas, e gorduras, sais de cálcio, fósforo e ferro, ácidos fosfórico, láctico, málico, tartárico e acético, pectina, glicose e levulose, vitaminas A, B1, B2, e C.
Partes Usadas: Folhas e polpa dos frutos.
Uso Popular:
Chá da polpa é
antitérmico;
laxante;
anti-inflamatório;
Chá das folhas é:
antitérmico;
laxante
Gargarejos serve para:
inflamações da garganta e estomago, é anti-diarreico
e contra a hematêmese.
Sinonímia Popular: Trançagem
Uso Popular
Infusão e decocção:
depurativo;
estomatite, ulcerações da garganta e língua, diarréia;
reconstituinte;
gripes, bronquite, pus pulmonar;
dores nos seios;
febre;
cicatrizante;
antiinflamatório.
Infusão para lavagens:
conjuntivite, inflamações nos olhos
Gargarejos:
inflamações na boca, gengiva, garganta
Cataplasma:
chagas, úlceras
Uso Popular:
diurético, depurativo, usado nas hidropsias;
reumatismo, artritismo,
escrófulo;
dispepsias;
úlceras e manifestações sifilíticas.
calicida;
erupções cutâneas, pólipos, verrugas;
gonorréia;
espermatorréia;
reumatismo provocado pela blenorragia;
nevralgia facial;
esclerite;
piorréia alveolar;
pielite;
no tratamento da candidíase;
nas Clamídeas Lyme e Borrelia Bourgdorferi;
herpes simples 1 e 2;
HPV;
no tratamento do câncer.
Intoxicação: abortiva.
Uso Popular:
antiespasmódico, inflamações intestinais
Uso Popular:
Resina:
feridas e úlceras,
Folhas em cozimento (5g/1copo):
angina (para gargarejo)
purgante;
anti-térmico.
Intoxicação: a batata (bulbo) é tida como venenosa.
efeito calmante sobre a pele e as mucosas inflamadas, combate o endurecimento
dos tecidos e devolve a flexibilidade e maciez (emoliente);
doenças do estômago, beneficia a digestão;
moléstias do útero;
molestias do sistema nervoso.
depurativo
Uso Popular:
Folhas em cozimento:
hipertensão arterial;
asma brônquica;
cardiotônico;
diurético;
diabetes;
provoca o fechamento dos poros (adstringente);
emenagoga;
doenças respiratórias, expectorante;
antiespasmódico;
analgésico.
anti inflamatória;
atua no restabelecimento do sistema imunológico;
alergia;
bursite, artrite;
infecções virais agudas;
inibe a contração da musculatura estriada.
Partes Usadas: Folhas, hastes e sementes.
Uso Popular:
Infusão:
artrite;
caspa (uso externo);
epistaxe;
hemorróidas,
hemorragia uterina;
Decocção:
depurativo;
furúnculos;
gota;
de cabelos (uso externo);
diarréia;
hemorragia;
Infusões para uso externo:
urticária, erupções, coceiras.
Planta herbácea, suculenta, ereta, armada de pêlos urentes, folhas alternas, longo-pecioladas, ovado-cordiformes, membranáceas e crenadas, inflorescência panícula axilar de flores minúsculas, esverdeadas. Comum no Brasil.
Princípio Ativo: Sais de potássio, acetilcolina e histamina.
Partes Usadas:
Raiz.
anti-anêmico;
anti-diabético;
galactogogo.
Uso Popular:
hemorragia dos pulmões, bronquios;
leucorréia.
Uso Popular:
suco das folhas frescas é eficaz no combate as hemorróidas;
cozimento: tosses, bronquites e outras doenças pulmonares;
decocção da casca: sífilis.
Uso Popular:
Erisipela: inoculada a planta solta uma substância leitosa que deve ser aplicada com algodão na região do corpo comprometida.
Uso Popular:
moléstias da pele;
dores reumáticas;
incontinência urinária;
coceiras e queimaduras;
Arbusto mediano, bastante ramificado, de casca pardacenta, folhas longo-pecioladas, alternas, codiformes-acuminadas; flores róseas, com muitos estames, em panícula terminais. Comum em toda a Amazônia.
Princípio Ativo: Bixina, orelina e vitamina C.
Partes Usadas: Folhas, sementes e raiz.
Uso Popular:
coração;
prisão de ventre;
hemorragia;
afecções do estômago;
tosse e bronquite;
O chá das folhas e da raiz é:
digestivo;
anti-inflamatório;
cicatrizante, na lavagem de feridas;
O chá das sementes é:
expectorante;
digestivo;
O chá das folhas é usado para bronquites e faringites;
Ochá da raiz é diurético e sudorífico.
A tinta das sementes ingerida é antídoto para o ácido cianídrico.
Uso Popular:
eliminador e dissolvente das pedras biliares;
eliminador das pedras e areias dos rins;
auxilia na função do fígado, rins e estômago;
na artrite dissolve o ácido úrico
Sinonímia Popular: Bilbery, Myrtilim.
Princípio ativo: antocianosídeos.
Partes Usadas: Frutos.
Uso Popular:
fortalece a microcirculação e fortalece as paredes endoteliais;
melhora a fragilidade capilar;
melhora a permeabilidade capilar;
promove a cicatrização das úlceras gástricas
e duodenais;
desordens oftálmicas: efetivo na área que circunda os olhos,
miopia, hemeralopia (incapacidade de ver distintamente tanto com luz clara
quanto com iluminação reduzida), na fadiga ocular e na retinopatia
diabética.
Uso externo: para cicatrizar úlceras da pele, varicosas ou não.
Sinonímia Popular: Uva Ursina.
Partes Usadas: Folhas.
Uso Popular:
diurética, anti-séptica urinária, doenças
renais e da bexiga;
desintoxicante;
provoca o fechamento dos poros (adstringente).

Princípios Ativos: ésteres acéticos,
fórmico, mucilagem, goma, resina, entre outros. Azeite essencial (0,3-1%):
ésteres terpênicos (isovalerianato, acetato e formiato de bornilo,
isovalerianato de eugenilo e isoeugenilo; monoterpenos (canfeno, pineno),
sesquiterpenos (beta-cariofileno, valerenal, valeranona), ésteres epoxiiridoides
(valepotriatos: valtrato (80%), isovaltrato, dihidrovaltrato). Acido gamma-aminobutírico
(GABA), glutamina, arginina. Traços de alcalóides (0,05-0,1%).

Ação Farmacológica: Embora existam numerosos estudos farmacológicos e clínicos sobre o efeito sedante da raíz de valeriana, ainda não se conhecem bem os princípios ativos nem o seu modo de ação. Se atribue ao sinergismo entre o azeite essencial e os valepotriatos sua ação tranquilizante, hipnótica, espasmolítica, relaxante muscular, ligeramente hipotensora e anticonvulsivante.
Partes Usadas: rizoma e raiz.
Uso Popular:
ansiedade, insônia, irritabilidade, perturbações nervosa,
stress, efeito semelhante ao da imipramina;
fadiga;
taquicardia, hipertensão arterial;
cefaléias;
síndrome do intestino irritável, espasmos gastrointestinais,
gastralgias, gases;
mialgias, contraturas musculares;
dismenorréia, transtornos associados ao climatério;
asma e broncoespasmos de origem nervoso;
coadjuvante no tratamento das convulsões infantis e epilepsia;
atividade antiespasmódica;
dermatoses pruriginosas;
Contra-indicações: Evitar o uso durante a gravidez, a lactação e em crianças menores de 3 anos.
Uso Popular:
chá das folhas é usado:
no tratamento das vias respiratórias;
dores de um modo geral.
Uso Popular:
O chá das folhas:
depurativo do sangue;
sífilis.
Uso Popular:
depurativo;
sinusite crônica, patologias pulmonares crônicas como a asma;
eczemas, dartos, escrófulas, boubas, impingem, tumores, moléstias
da pele;
reumatismo, artritismo;
doenças do útero;
ingurgitamentos ganglionares,
manifestações sifilíticas.
Uso Popular:
béquico, expectorante;
diurético;
sedativo
depurativo
efeito calmante sobre a pele e as mucosas inflamadas, combate o endurecimento
dos tecidos e devolve a flexibilidade e maciez (emoliente);
refrescante
Uso em acupuntura:
Borrélia
Sinonímia Popular: erva de Vênus, erva sagrada, verbenão.
Uso Popular:
stress, insônia, depressão crônica, fadiga nervosa;
antitérmico;
expectorante;
contraceptivo;
antiespasmódica;
uso na massagem da esclerose múltipla.
Arbusto anual, de caule avermelhado, folhas alternas, longo-pecioladas, violáceas, palmati-lobatas, de lobos agudos, denteados, com glândula na base da nervura mediana, flores solitárias, sésseis, róseas, de andróforo avermelhado.
Princípio Ativo: Ácido oxálico, oxalato de potássio e carboidratos.
Partes Usadas: Folhas, e raiz.
Uso Popular:
O chá das folhas ou raízes é:
antiescorbútico;
estomáquico;
diurético;
exerce efeito calmante sobre a pele, combatendo o endurecimento dos tecidos
e devolvendo-lhes a maciez e flexibilidade (emoliente).
Partes Usadas: Raízes, folhas, flores secas.
Uso Popular:
Infusão e decocção:
tosse, bronquite;
sarampo;
dores de garganta;
vômitos;
causa trasnpiração;
artritismo;
conjuntivite e olhos lacrimejantes.
Cataplasma: contusões, efeito calmante sobre a pele e as mucosas inflamadas, combate o endurecimento dos tecidos e devolve a flexibilidade e maciez (emoliente).
Princípios ativos: diosgenina, considerada um precursor hormonal natural, tem ação semelhante a progesterona.
Uso Popular:
regulador natural dos hormônios femininos, TPM, ameniza cólicas
menstruais, menopausa e osteoporose;
previne aborto, age como tônico uterino nas mulheres grávidas,
auxiliam no tratamento das náuseas na gravidez;
alivia cólicas e flatulências causadas por espasmos musculares,
auxilia no tratamento das caimbras abdominais e intestinais;
colagogo e colerético, alivia congestão hepática, cólicas
e cálculosbiliares;
auxilia nas deficiências circulatórias e nas neuralgias;
pessoas nervosas e inquietas;
auxilia no tratamento da artrite reumatóide,
Uso Popular:
O chá das sementes:
retenção e escassez de urina;
Aplicações das folhas maceradas:
elimina tumores endurecidos.
Sinonímia Popular: Junípero.
Partes Utilizadas: Madeira e bagas
Uso Popular:
Infusão, decocção e óleo:
asma, bronquite,
acidez, má digestão,
hidropisia, diurético;
Alcoolato: reumatismo.
Fonte: www.medicinacomplementar.com.br
Do grego - Tratamento (therapeia) Vegetal (Phyton), ou ainda "A terapêutica das doenças através das plantas". A fitoterapia, apesar de ser erroneamente considerada por muitos como uma terapia alternativa, não é uma especialidade médica e faz parte do arsenal terapêutico habitualmente utilizado.
Fitoterapia é o estudo das plantas medicinais e suas aplicações na cura das doenças. Ela surgiu independentemente na maioria dos povos. Na China, surgiu por volta de 3000 a.C. quando o imperador Cho-Chin-Kei descreveu as propriedades do Ginseng e da Cânfora.

Manual árabe de fitoterapia, cerca de 1334
Há uma grande quantidade de plantas medicinais, em todas as partes do mundo, utilizadas há milhares de anos para o tratamento de doenças, através de mecanismos na maioria das vezes desconhecidos. O estudo desses mecanismos e o isolamento do princípio ativo (a substância ou conjunto delas que é responsável pelos efeitos terapêuticos) da planta é uma das principais prioridades da farmacologia.
Enquanto o princípio ativo não é isolado, as plantas medicinais são utilizadas de forma caseira, principalmente através de chás, ultradiluições, ou de forma industrializada, com extrato homogêneo da planta.
Ao contrário da crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco. Além do princípio ativo terapêutico, a mesma planta pode conter outras substâncias tóxicas, a grande quantidade de substâncias diferentes pode induzir a reação alérgica, pode haver contaminação por agrotóxicos ou por metais pesados e interação com outras medicações, levando a danos à saúde e até predisposição a câncer.
Além disso, todo princípio ativo terapêutico é benéfico dentro de um intervalo de quantidade - abaixo dessa quantidade, é inócuo e acima disso passa a ser tóxico. A variação de concentração do princípio ativo em chás pode ser muito grande, tornando praticamente impossível atingir a faixa terapêutica com segurança em algumas plantas aonde essa faixa é mais estreita. Na forma industrializada, o risco de contaminações pode ser reduzida através do controle de qualidade da matéria prima, mas mesmo assim a variação na concentração do princípio ativo em cápsulas pode variar até em 100%. Nas ultradiluições, como na homeopatia, aonde não há virtualmente o princípio ativo na apresentação final, não há nenhum desses riscos anteriores, mas a eficácia desse tratamento não foi comprovada cientificamente.
À medida em que os princípios ativos, são descobertos, os mesmos são isolados, refinados de modo a eliminar agentes tóxicos e contaminações e as doses terapêutica e tóxica são bem estabelecidas, de modo a determinar de forma precisa a faixa terapêutica e as interações desse fármaco com os demais.
No entanto, o isolamento e refino de princípios ativos também não é isento de riscos. Primeiro porque pretende substituir o conhecimento popular tradicional e livre, testado há milênios, por resultados provindos de algumas pesquisas analítico-científicas que muitas vezes são antagônicas. Segundo, porque a simples idéia de extrair princípios ativos despreza os muitos outros elementos existentes na planta que, em estado natural, mantêm suas exatas proporções. Assim sendo, o uso de fitoterápicos de laboratório poderia introduzir novos efeitos colaterais ou adversos inesperados, devidos à ausência de [sinergia|sinergismo] ou antagonismo parcial entre mais de um princípio ativo que apenas seriam encontrados na planta.
Abacateiro (Persea americana C Bauh)
Açoita-cavalo (Luehea divaricata Mart.)
[Amora] (Morus alba L)
Angico-Branco (Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan)
Angico-do-cerrado (Anadenanthera falcata (Benth.) Speg.)
Araçá (Psidium cattleianum Sabine)
Araçá-roxo (Psidium rufum DC.)
Ariticum (Rollinia sylvatica (St. Hil.) Mart.)
Ariticum-de-porco (Rollinia rugulosa Schlecht.)
Aroeira-salsa (Schinus molle L)
Aroeira-vermelha (Schinus terebinthifolius Raddii)
Árvore-do-paraíso (Ailanthus altissima (Mill.) Swingle)
Bergamoteira (Citrus spp)
Bugreiro (Lithraea brasiliensis Marchand)
Cafeeiro (Coffea arabica L.)
Cambará (Gochnatia polymorpha (Less.) Cabrera)
Canafístula (Cassia leptophylla Vogel)
Canela-guaica (Ocotea puberula (Rich.) Nees)
Canela-imbuia (Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez)
Canela-ramo (Cinnamomun zeilanicum (Breyn.) Bl.)
Canela-sassafrás (Ocotea odorifera (Vellozo) Rohwer)
Cânfora (Cinnamomun camphora (L) J Presl)
Capororocão (Myrsine umbellata Mart.)
Capororoquinha (Myrsine ferruginea (Ruiz & Pav.) Spreng.)
Carobinha (Jacaranda micrantha Cham.)
Casuarina (Casuarina equisetifolia L.)
Cataia (Drimys brasiliensis Miers)
Cerejeira (Eugenia involucrata DC.)
Cidreira-brava (Lantana fucata Lindl.)
Cocão (Erythroxylum deciduum A. St.-Hil.)
Corticeira (Erythrina falcata Benth.)
Corticeira-do-banhado (Erythrina crista-galli L.)
Cuvatã (Cupania vernalis Cambess.)
Cuvitinga (Solanum mauritianum Scop.)
Erva-mate (Ilex paraguariensis A. St.-Hil.)
Espinheira-santa (Maytenus aquifolium Mart.)
Espinheira-santa (Maytenus ilicifolia (Schrad.) Planch.)
Espirradeira (Nerium oleander L.)
Ginkgo (Ginkgo biloba L.)
Guabijú (Myrcianthes pungens (O. Berg) D. Legrand)
Guabirobeira (Campomanesia xanthocarpa O. Berg.)
Guaçatunga (Casearia decandra Jacq.)
Guaçatunga-da-graúda (Casearia lasiophylla Eichler)
Guaçatunga-preta (Casearia sylvestris Sw.)
Guapuruvu (Schizolobium parahyba (Vell.) S.F. Blake)
Ingá-feijão (Inga marginata Willd.)
Ipê-amarelo (Tabebuia alba (Cham.) Sandwith)
Ipê-roxo (Tabebuia heptaphylla (Vell.) Toledo)
Ipê-verde (Cybistax antisyphilitica (Mart.) Mart.)
Jaborandi (Piper gaudichaudianum Kunth)
Jabuticabeira (Plinia trunciflora (Berg) Kaus.)
Jurubeba-do-sul (Solanum variabile Cham.)
Leiteiro (Sapium glandulatum (Vell.) Pax)
Leiteirinho (Sebastiana brasiliensis Spreng.)
Limoeiro (Citrus limon (L.) Burm)
Liquidamba (Liquidambar styraciflua L.)
Louro (Laurus nobilis Cav.)
Magnólia-branca (Magnolia grandiflora L.)
Mamão-do-mato (Carica quercifolia (A. St.-Hil.) Hieron.)
Mamica-de-cadela (Zanthoxylum rhoifolium Lam.)
Miguel-pintado (Matayba elaeagnoides Radlk.)
Monjoleiro (Parapiptadenia rigida (Benth.) Brenan)
Paineira (Ceiba speciosa (A. St.-Hil.) Ravenna)
Pata-de-vaca (Bauhinia forficata Link)
Pau-amargo (Picramnia parvifolia Engler ex. Chart.)
Pau-de-andrade (Persea major (Nees) Kopp)
Pau-pelado (Myrcianthes gigantea (Lerg.) Lerg.)
Pessegueiro-bravo (Prunus brasiliensis (Cham. & Schlecht.) D. Dietrish)
Pinhão (Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze)
Pinhão-doce (Castanea sativa Mill.)
Pitangueira (Eugenia uniflora L.)
Quebranteira (Lantana camara L.)
Romã (Punica granatum L.)
Sete-capotes (Campomanesia guazumifolia (Cambess.) O. Berg)
Sete-sangrias (Symplocos tetrandra Mart.)
Sinamomo (Melia azedarach L.)
Tenente-josé (Aeschrion crenata Vell.)
Umbú (Phytolacca dioica L.)
Uvaia (Eugenia pyriformis Camb.)
Uvarana (Cordyline dracaenoides Kunth)
Vacum (Allophylus edulis (A. St.-Hil., Cambess. & A. Juss.) Radlk.)
Fonte: pt.wikipedia.org